Acho tudo isso, de ver e escutar as coisas numa clareza imensa, tão ridículo.
E aí me dizem o tempo inteiro da alegria de escolher, da potência de poder optar por este ou aquele caminho. Uma amiga me falou algo de que eu não consigo esquecer "Quando a gente furou o ouvido já era...".
Já era mesmo! Já era a confortável ignorância do não querer saber e do ir vivendo gerundiamente pela vida afora...
Ah, que saudade da vida gerundiante!
segunda-feira, 19 de julho de 2010
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Eu também.
ResponderExcluirSaudade de não sentir a dor que a vida gerundiante não nos deixava percebê-la... (Fabiana)
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